ENTRETENDO E SINFORMANDO
Divulga a cultura e a linguagem da cidade, além de produção textual como contos, crônicas, poesias. Comento os fatos, conto histórias. Vez por outra posto notícias.
sábado, 25 de abril de 2026
CENTÉSIMO DÉCIMO QUINTO DIA
sexta-feira, 24 de abril de 2026
CENTÉSIMO DÉCIMO QUARTO DIA
quinta-feira, 23 de abril de 2026
CENTÉSIMO DÉCIMO TERCEIRO DIA
quarta-feira, 22 de abril de 2026
CENTÉSIMO DÉCIMO SEGUNDO DIA
terça-feira, 21 de abril de 2026
CENTÉSIMO DÉCIMO PRIMEIRO DIA
segunda-feira, 20 de abril de 2026
CENTÉSIMO DÉCIMO DIA
domingo, 19 de abril de 2026
REGISTOS DE DOMINGO
CENTÉSIMO NONO DIA
CHUVA DE ONTEM - 40 milímetros.
Hoje pela manhã - 5 milímetros.
CHUVA - Chove pela manhã uma agradável chuva.
LINGUAGEM - Sentar na mesa ou à mesa?
Depende. Geralmente as pessoas comem sentadas à mesa e não na mesa. Outros preferem sentar ou deitar na cama quando fazem as refeições. O azinho (a)que precede mesa dá uma ideia de distância.
ENEM - Pedidos de gratuidade no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 e justificativa de ausência na edição de 2025 devem ser realizados até o dia 24 de abril. (Informação do site www.gov.br)
EDUCAÇÃO - Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação. Com uma ou com várias: educação? Educações? (O que é Educação, de Carlos Rodrigues Brandão)
Definir Educação é tarefa complexa. Parece ser simples, mas não é. Não há educação, mas educações.
A formal, escolar, é a que, a meu ver, a que instrui, ajuda o aluno-estudante a ser mais sapiente.
Já outros pensam que a escola, prioritariamente como local de cidadania e a educadora do saber em segundo plano.
Há a educação feita através dos pais ou dirigentes religiosos. O avô ou avó também educam. A tia, muitas vezes educam. O pai e mãe educam, muitas vezes, das duas maneiras: formal e maternal.
HISTÓRIA ANTIGA
Pedro Malasarte em "Pedro Malasarte soldado"
Como estava sem vintém, Pedro Malasarte resolveu ser soldado. É verdade que se tratava de uma profissão arriscada, mas, pelo menos, pensava ele, garantiria o pão nosso de cada dia. E assim pensando, tratou de se apresentar a um rico fidalgo, oferecendo-se para fazer parte de suas tropas. Naquele tempo, os nobres mantinham seus próprios exércitos, que se destinavam a proteger os seus castelos e a população dos arredores contra os invasores.
Mas como eu ia dizendo, Pedro Malasarte entrou para o serviço de um fidalgo. Deram-lhe uma trombeta e mandaram-no para o alto de uma torre, de onde devia ficar olhando o horizonte e tocar a trombeta quando visse o inimigo se aproximando.
Acontece que a torre era muito alta e todo dia, quando chegava a hora do almoço e do jantar, se esqueciam dele lá em cima. E o pobre coitado mal encontrava o que comer quando descia de lá, trocando as pernas de tanta fome.
Tantas fizeram com ele que, um dia, as tropas inimigas chegaram, puseram em fuga os camponeses e levaram todo o gado sem que Pedro Malasarte tocasse a trombeta.
Logo se lembraram dele. Foi levado à presença do fidalgo.
- Com que então você estava lá na torre e não viu o inimigo se aproximar? - perguntou-lhe o nobre.
- Não, senhor - respondeu Pedro Malasarte.
- Mas como não?
- Acontece que eu só via na minha frente grandes pratos de comida, tal era a minha fome. Além disso, mesmo que quisesse, não teria forças para tocar a trombeta, pois há vários dias que não almoço nem janto.
Depois disto Pedro Malasarte passou a ser lembrado e todos os dias, na hora do almoço ou do jantar, mandavam-lhe um prato fundo de comida.
"Agora está tudo bem", pensou ele.
Começou até a engordar.
Mas o tempo traz o esquecimento.
Como as tropas inimigas não apareciam há muitos meses, ninguém mais se preocupava com o vigia da torre e mais dia, menos dia, o pobre Pedro Malasarte acabou esquecido novamente.
Até que chegou o dia da festa.
O fidalgo, todos os anos, no dia do seu santo padroeiro, oferecia um grande banquete a todos os seus soldados. Matavam-se novilhos e cabritos, para assar no espeto, e serviam-se os melhores vinhos.
É claro que ninguém pensou em Pedro Malasarte.
Este, vendo lá de cima o que se passava, matutou um instante e, quando o banquete estava no melhor, tocou a trombeta com toda a força dos pulmões.
Imediatamente o fidalgo e seus soldados pularam de seus lugares, largando a comida e bebida, e foi um corre-corre geral para se armarem e procurarem seus postos de combate.
Aproveitando a confusão, Pedro Malasarte desceu correndo da sua torre e foi direto para a mesa do banquete, onde tratou de encher a barriga do bom e do melhor.
Lá pelas tantas, cansados de tanto esperar pelo ataque que não vinha, o fidalgo e seus capitães voltaram e deram com Pedro Malasarte refestelado em almofadas e roncando a bom roncar. Ainda tinha na mão um pedaço de cabrito assado.
- Que história é essa? - foi berrando o nobre, furioso com a peça que lhe haviam pregado.
- Hein? Hein? - respondeu Pedro Malasarte, que acordou meio desorientado.
- Sim - continuou o dono do castelo. - Que história é essa? Com que então você não toca a trombeta quando o inimigo nos ataca e toca a trombeta quando não há nem sinal dele?
- Era o único jeito de conseguir comer e beber - respondeu Pedro Malasarte.
- Está bem, está bem! - concordou o fidalgo, a contragosto. - Mas de hoje em diante você vai ficar aqui por baixo mesmo. E enfrentar o inimigo quando ele aparecer.
Trocaram a corneta de Pedro Malasarte por uma espada e todas as vezes que as tropas do fidalgo iam se defrontar com as tropas inimigas, lá tinha de sair em campo o nosso herói, de espada na mão, para lutar.
Acontece que Pedro Malasarte nunca dera para soldado. Era sempre o último a sair do castelo e o primeiro a entrar. E, enquanto todos voltavam suados e feridos da refrega, ele estava sempre limpinho e sem arranhão.
É que deixava os brigões combaterem e ia se deitar na relva para melhor pensar na casa de seus pais, tão distante, e nas muitas trapalhadas por que já passara.
Quando acabava a batalha, juntava-se de novo à tropa e era o primeiro a sentar-se à mesa para comer.
Sabendo disso, o fidalgo mandou-o tomar outros ares, pois não era pai de pançudo.
Era o que Pedro Malasarte queria, pois já estava cansado daquela vida de soldado.
Largando lanças e espadas, tornou a meter o pé na estrada.
(Do livro "As aventuras de Pedro Malasarte", de Sérgio Augusto Teixeira).
PROVÉRBIO DE LÚLIO - O povo dividido dá poder ao príncipe malvado.
POLÍTICA - Faltam pouco menos de seis meses para o primeiro turno das eleições e os agrupamentos políticos se organizam para o grande dia. Não perdem tempo. "Quem é coxo e quem não é precisam partir cedo", diremos diferente do dito popular.
BLOG - Temos um novo blog na cidade: o da Rádio Independência, do professor Edgar Lopes. Entre outras funções, irá divulgar os acontecimentos da cidade e região. Servirá também para divulgar a rádio.
sábado, 18 de abril de 2026
QUE PALAVRA!
CENTÉSIMO OITAVO DIA
sexta-feira, 17 de abril de 2026
CENTÉSIMO SÉTIMO DIA
quinta-feira, 16 de abril de 2026
CENTÉSIMO SEXTO DIA
TEMPO - Sol pela manhã. Tarde parcialmente nublada.
LINGUAGEM - De maior, de menor
Ou dizemos menor e maior ou menor de idade e maior de idade. Dependendo do contexto, basta dizermos menor ou maior, pois estamos nos referindo a pessoas menores ou maiores de idade.
CHUVA DE ONTEM PELA TARDE - 18 milímetros.
quarta-feira, 15 de abril de 2026
CENTÉSIMO QUINTO DIA
terça-feira, 14 de abril de 2026
CENTÉSIMO QUARTO DIA
TEMPO - Nublado no começo da manhã. Chove forte agora pela tarde.
LINGUAGEM - Com nós e conosco
Com nós é possível ser usado quando vierem depois dessa expressão as palavras próprios, todos, mesmos, alguns, quaisquer, etc.
CHUVA DE ONTEM - 49 milímetros.
ABRIL ABRIU - Em abril, as portas do céu foram abertas, como dizemos no velho ditado popular.
As chuvas de abril já alcançaram aproximadamente duzentos milímetros.
segunda-feira, 13 de abril de 2026
CENTÉSIMO TERCEIRO DIA
domingo, 12 de abril de 2026
REGISTOS DE DOMINGO
sábado, 11 de abril de 2026
QUE PALAVRA!
CENTÉSIMO PRIMEIRO DIA
sexta-feira, 10 de abril de 2026
CENTÉSIMO DIA
quinta-feira, 9 de abril de 2026
NONAGÉSIMO NONO DIA
quarta-feira, 8 de abril de 2026
NONAGÉSIMO OITAVO DIA
terça-feira, 7 de abril de 2026
NONAGÉSIMO SÉTIMO DIA
segunda-feira, 6 de abril de 2026
NONAGÉSIMO SEXTO DIA
domingo, 5 de abril de 2026
REGISTOS DE DOMINGO
sábado, 4 de abril de 2026
NONAGÉSIMO QUARTO DIA
CENTÉSIMO DÉCIMO QUINTO DIA
TEMPO - Nublado pela manhã. LINGUAGEM - Emergir e imergir Emergir - que vem à tona. Imergir - algo que afunda. CHUVA DE ONTEM DE MANHÃ - 1...
-
A expressão acima serve para ilustrar momentos em que as coisas vão arrochar, complicar-se, chegou a hora da onça beber água e outras expre...
-
Parte II Matemática e arte dão ordem ao caos e é nessa ordem que estão a harmonia e a beleza. Ambas lidam com o objetivo e o subjetivo, e re...
-
"Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e ...