ENTRETENDO E SINFORMANDO
Divulga a cultura e a linguagem da cidade, além de produção textual como contos, crônicas, poesias. Comento os fatos, conto histórias. Vez por outra posto notícias.
segunda-feira, 20 de abril de 2026
domingo, 19 de abril de 2026
REGISTOS DE DOMINGO
CENTÉSIMO NONO DIA
CHUVA DE ONTEM - 40 milímetros.
Hoje pela manhã - 5 milímetros.
CHUVA - Chove pela manhã uma agradável chuva.
LINGUAGEM - Sentar na mesa ou à mesa?
Depende. Geralmente as pessoas comem sentadas à mesa e não na mesa. Outros preferem sentar ou deitar na cama quando fazem as refeições. O azinho (a)que precede mesa dá uma ideia de distância.
ENEM - Pedidos de gratuidade no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 e justificativa de ausência na edição de 2025 devem ser realizados até o dia 24 de abril. (Informação do site www.gov.br)
EDUCAÇÃO - Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação. Com uma ou com várias: educação? Educações? (O que é Educação, de Carlos Rodrigues Brandão)
Definir Educação é tarefa complexa. Parece ser simples, mas não é. Não há educação, mas educações.
A formal, escolar, é a que, a meu ver, a que instrui, ajuda o aluno-estudante a ser mais sapiente.
Já outros pensam que a escola, prioritariamente como local de cidadania e a educadora do saber em segundo plano.
Há a educação feita através dos pais ou dirigentes religiosos. O avô ou avó também educam. A tia, muitas vezes educam. O pai e mãe educam, muitas vezes, das duas maneiras: formal e maternal.
HISTÓRIA ANTIGA
Pedro Malasarte em "Pedro Malasarte soldado"
Como estava sem vintém, Pedro Malasarte resolveu ser soldado. É verdade que se tratava de uma profissão arriscada, mas, pelo menos, pensava ele, garantiria o pão nosso de cada dia. E assim pensando, tratou de se apresentar a um rico fidalgo, oferecendo-se para fazer parte de suas tropas. Naquele tempo, os nobres mantinham seus próprios exércitos, que se destinavam a proteger os seus castelos e a população dos arredores contra os invasores.
Mas como eu ia dizendo, Pedro Malasarte entrou para o serviço de um fidalgo. Deram-lhe uma trombeta e mandaram-no para o alto de uma torre, de onde devia ficar olhando o horizonte e tocar a trombeta quando visse o inimigo se aproximando.
Acontece que a torre era muito alta e todo dia, quando chegava a hora do almoço e do jantar, se esqueciam dele lá em cima. E o pobre coitado mal encontrava o que comer quando descia de lá, trocando as pernas de tanta fome.
Tantas fizeram com ele que, um dia, as tropas inimigas chegaram, puseram em fuga os camponeses e levaram todo o gado sem que Pedro Malasarte tocasse a trombeta.
Logo se lembraram dele. Foi levado à presença do fidalgo.
- Com que então você estava lá na torre e não viu o inimigo se aproximar? - perguntou-lhe o nobre.
- Não, senhor - respondeu Pedro Malasarte.
- Mas como não?
- Acontece que eu só via na minha frente grandes pratos de comida, tal era a minha fome. Além disso, mesmo que quisesse, não teria forças para tocar a trombeta, pois há vários dias que não almoço nem janto.
Depois disto Pedro Malasarte passou a ser lembrado e todos os dias, na hora do almoço ou do jantar, mandavam-lhe um prato fundo de comida.
"Agora está tudo bem", pensou ele.
Começou até a engordar.
Mas o tempo traz o esquecimento.
Como as tropas inimigas não apareciam há muitos meses, ninguém mais se preocupava com o vigia da torre e mais dia, menos dia, o pobre Pedro Malasarte acabou esquecido novamente.
Até que chegou o dia da festa.
O fidalgo, todos os anos, no dia do seu santo padroeiro, oferecia um grande banquete a todos os seus soldados. Matavam-se novilhos e cabritos, para assar no espeto, e serviam-se os melhores vinhos.
É claro que ninguém pensou em Pedro Malasarte.
Este, vendo lá de cima o que se passava, matutou um instante e, quando o banquete estava no melhor, tocou a trombeta com toda a força dos pulmões.
Imediatamente o fidalgo e seus soldados pularam de seus lugares, largando a comida e bebida, e foi um corre-corre geral para se armarem e procurarem seus postos de combate.
Aproveitando a confusão, Pedro Malasarte desceu correndo da sua torre e foi direto para a mesa do banquete, onde tratou de encher a barriga do bom e do melhor.
Lá pelas tantas, cansados de tanto esperar pelo ataque que não vinha, o fidalgo e seus capitães voltaram e deram com Pedro Malasarte refestelado em almofadas e roncando a bom roncar. Ainda tinha na mão um pedaço de cabrito assado.
- Que história é essa? - foi berrando o nobre, furioso com a peça que lhe haviam pregado.
- Hein? Hein? - respondeu Pedro Malasarte, que acordou meio desorientado.
- Sim - continuou o dono do castelo. - Que história é essa? Com que então você não toca a trombeta quando o inimigo nos ataca e toca a trombeta quando não há nem sinal dele?
- Era o único jeito de conseguir comer e beber - respondeu Pedro Malasarte.
- Está bem, está bem! - concordou o fidalgo, a contragosto. - Mas de hoje em diante você vai ficar aqui por baixo mesmo. E enfrentar o inimigo quando ele aparecer.
Trocaram a corneta de Pedro Malasarte por uma espada e todas as vezes que as tropas do fidalgo iam se defrontar com as tropas inimigas, lá tinha de sair em campo o nosso herói, de espada na mão, para lutar.
Acontece que Pedro Malasarte nunca dera para soldado. Era sempre o último a sair do castelo e o primeiro a entrar. E, enquanto todos voltavam suados e feridos da refrega, ele estava sempre limpinho e sem arranhão.
É que deixava os brigões combaterem e ia se deitar na relva para melhor pensar na casa de seus pais, tão distante, e nas muitas trapalhadas por que já passara.
Quando acabava a batalha, juntava-se de novo à tropa e era o primeiro a sentar-se à mesa para comer.
Sabendo disso, o fidalgo mandou-o tomar outros ares, pois não era pai de pançudo.
Era o que Pedro Malasarte queria, pois já estava cansado daquela vida de soldado.
Largando lanças e espadas, tornou a meter o pé na estrada.
(Do livro "As aventuras de Pedro Malasarte", de Sérgio Augusto Teixeira).
PROVÉRBIO DE LÚLIO - O povo dividido dá poder ao príncipe malvado.
POLÍTICA - Faltam pouco menos de seis meses para o primeiro turno das eleições e os agrupamentos políticos se organizam para o grande dia. Não perdem tempo. "Quem é coxo e quem não é precisam partir cedo", diremos diferente do dito popular.
BLOG - Temos um novo blog na cidade: o da Rádio Independência, do professor Edgar Lopes. Entre outras funções, irá divulgar os acontecimentos da cidade e região. Servirá também para divulgar a rádio.
sábado, 18 de abril de 2026
QUE PALAVRA!
CENTÉSIMO OITAVO DIA
sexta-feira, 17 de abril de 2026
CENTÉSIMO SÉTIMO DIA
quinta-feira, 16 de abril de 2026
CENTÉSIMO SEXTO DIA
TEMPO - Sol pela manhã. Tarde parcialmente nublada.
LINGUAGEM - De maior, de menor
Ou dizemos menor e maior ou menor de idade e maior de idade. Dependendo do contexto, basta dizermos menor ou maior, pois estamos nos referindo a pessoas menores ou maiores de idade.
CHUVA DE ONTEM PELA TARDE - 18 milímetros.
quarta-feira, 15 de abril de 2026
CENTÉSIMO QUINTO DIA
terça-feira, 14 de abril de 2026
CENTÉSIMO QUARTO DIA
TEMPO - Nublado no começo da manhã. Chove forte agora pela tarde.
LINGUAGEM - Com nós e conosco
Com nós é possível ser usado quando vierem depois dessa expressão as palavras próprios, todos, mesmos, alguns, quaisquer, etc.
CHUVA DE ONTEM - 49 milímetros.
ABRIL ABRIU - Em abril, as portas do céu foram abertas, como dizemos no velho ditado popular.
As chuvas de abril já alcançaram aproximadamente duzentos milímetros.
segunda-feira, 13 de abril de 2026
CENTÉSIMO TERCEIRO DIA
domingo, 12 de abril de 2026
REGISTOS DE DOMINGO
sábado, 11 de abril de 2026
QUE PALAVRA!
CENTÉSIMO PRIMEIRO DIA
sexta-feira, 10 de abril de 2026
CENTÉSIMO DIA
quinta-feira, 9 de abril de 2026
NONAGÉSIMO NONO DIA
quarta-feira, 8 de abril de 2026
NONAGÉSIMO OITAVO DIA
terça-feira, 7 de abril de 2026
NONAGÉSIMO SÉTIMO DIA
segunda-feira, 6 de abril de 2026
NONAGÉSIMO SEXTO DIA
domingo, 5 de abril de 2026
REGISTOS DE DOMINGO
sábado, 4 de abril de 2026
NONAGÉSIMO QUARTO DIA
sexta-feira, 3 de abril de 2026
NONAGÉSIMO TERCEIRO DIA
quinta-feira, 2 de abril de 2026
NONAGÉSIMO SEGUNDO DIA
quarta-feira, 1 de abril de 2026
NONAGÉSIMO PRIMEIRO DIA
terça-feira, 31 de março de 2026
NONAGÉSIMO DIA
segunda-feira, 30 de março de 2026
OCTOGÉSIMO NONO DIA
PROVÉRBIO
Às vezes o tempo cura o que a razão não sara.
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A expressão acima serve para ilustrar momentos em que as coisas vão arrochar, complicar-se, chegou a hora da onça beber água e outras expre...
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"Eu queria ter na vida simplesmente Um lugar de mato verde Pra plantar e pra colher Ter uma casinha branca de varanda Um quintal e ...
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Ainda na cidade Jaime Americano. Faz visitas às pessoas que o conheciam quando este morava aqui na virada da década de 60. Já visitou também...