quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

FRASE ACIDENTAL

Há gente que é tão incompetente, tão incompetente mesmo que não sabe nem a regrinha infantil que rege o uso do eme na palavra, nem sequer escrevê-la corretamente. 

GLOBALIZAÇÃO DE TUDO

Episódio

O episódio de Campinas - homem atira a esmo, mata quatro e fere algumas pessoas na hora da missa na catedral - parece confirmar as suspeitas de que os humanos gostam de imitar os outros em tudo.

O que se passa na tv, seja lá onde for, é vista por milhares e até milhões em todas as partes do mundo. E com o advento da grande rede, a coisa se acentuou.

Imita-se muito mais as tragédias do que as boas ações. Esse é o problema.

POESIA

 SUFOCADO

Estou sufocado
Quero te ver
A qualquer custo.

Sua ausência
É sufoco na certa
E quiçá doença.

Sua presença
É saúde na certa
E nunca doença.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

POESIA

O CAIR DA TARDE

Caiu a tarde
E com ela
O sol
O calor
O clarão
O trabalho duro
O cansaço.

A tarde caiu
Só não caiu
O preço o petróleo
Do arroz
Do feijão.

Deixa o inverno arrochar
Que te conto!

PROVAS, PROVAÇÕES E AVALIAÇÕES

As provas escolares são, na maioria, também provações e provas de que eles aprenderam ou não os conteúdos ministrados.

Sem as provas escolares e testes, não teríamos um instrumento concreto de avaliarmos os alunos para sabermos se eles avançariam ou não no estudo.

Provas provam, sim, mas não com a exatidão e justiça que deveriam.

A exatidão entre a nota que o aluno recebe e o que deveria receber compete mais a ele que o professor. Este já faz a parte dele, elaborando questões e vigiando-o também para que não responda sem a devida competência. Que não cole, para ser mais claro. 

QUOTA E COTA: TANTO FAZ

Há duas formas de escrevermos uma palavra muito usada no meio educativo: cota e quota. A pronúncia é a mesma, mas a escrita pode ser diferente.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

QUE CALOR! QUE COISA BOA!

Enquanto uns reclamam veementemente do calor abrasante nas horas que antecedem as chuvas, outros esperam por elas.

PREVISÃO

A reforma da Escola Estadual Professor Alfredo Simonetti está em curso.

A previsão do término é para junho do próximo ano, informou Francisco José, vice-diretor daquela instituição.

VERY, VERY APERRIADOS

Estamos na temporada em que uma parte dos ditos estudantes começam a ficar apreensivos com a possibilidade de não lograrem êxito, eufemismo para reprovação.

O aperreio é sempre anacrônico. Ou seja, aquilo que foi cantado no primeiro dia de aula poderia ter evitado esse vexame.

CHUVA PASSAGEIRA

Chuva passageira cai em solo upanemense no começo da tarde.

O tempo já se prepara pra outra.

COMO NUM JOGO

Como num jogo de cartas ou xadrez, as peças estão sendo colocadas para que no final o jogador consiga dizer "bati"!

O trabalho de bastidores dos futuros administradores que tomarão posse em primeiro de Janeiro colocam as peças para ver se encaixam bem.

domingo, 9 de dezembro de 2018

PERGUNTARAM-ME

Alguém me perguntou se o certo é barrer ou varrer.

Olha o que respondi:

"Barrer faz parte das palavras que de tanto velha, os órgãos fraquejaram e depois morreu.

A SORTE É PARA POUCOS E QUEM ACREDITA

A sorte é um mistério, mas percebemos que quem a tem, sofre um golpe positivo.

Quem não a alcança, não adianta reclamar, pois ela não está nem aí.

COMEÇA TEMPORADA DE CHUVAS

Os últimos dias têm nos indicado que a temporada de chuvas começou na região.

Além de apagar o pó das estradas, dá esperança ao homem plantador e faz pequenos "milagres" como retração dos preços de alguns produtos.

TUDO EM RIBA

Tá tudo em riba
Tudo em cima
Tudo na base do possível
Nem tudo na base do querer
Ou do todo querer
Mas mais da metade do querer.

Tudo bem no respirar
No digestar
No enxergar
No entender
No caminhar.



HÁ QUARENTA E CINCO ANOS

MIL, NOVECENTOS E SETENTA E TRÊS, TANTO TEMPO FAZ QUE ELE MORREU

Embalado pela música O homem de Nazaré, música de grande sucesso de Antônio Marcos, chegava na cidade a nossa família, vinda da Baixa do Juazeiro, mais especificamente da terra dos Benvinda.

Ontem fez exatamente quarenta e cinco anos, uma idade mais que madura de morador de cidade. Vinha na onda moderna daquela época de se deixar o campo e vir pra cidade para desfrutar das melhorias que a urbe oferecia. O melhor exemplo é a escola. Estudar era artigo de luxo.

Então, chegamos e fomos morar em uma casa própria, Rua Francisco Agostinho, número 127, adquirida a custo de muito trabalho da safra de feijão, milho e algodão, na terra dos Benvinda.

A casa foi comprada a Seu Olegário, provavelmente já um comerciante. Havia duas casas à venda. Ficamos com a mais barata: 1.200 cruzeiros.

MÚSICA DA NOSSA VIDA

A mesma praça, o mesmo banco, as mesmas flores, o mesmo jardim, tudo é igual, mas estou triste, porque não tenho você perto de mim.

A praça, de Ronnie Von, é uma das músicas mais lembradas do nosso passado - nós que já viramos os 50.

Fala de um período da juventude de todo mundo que namorava e morava em cidade quando jovem. Os bancos de praça eram e ainda são lugares onde os jovens principiam e firmam os namoros. E muitas vezes acabam também.

TUDO PASSA POR ELE

Já repararam que bate aqui e acolá, discute-se sobre eficiência, competência e plano de governo e nada se resolve?

Vira e mexe e finda no ter e não ter o dinheiro para administrar o país, estado ou município.

Se a questão do gastar como se deve - Lei de Responsabilidade Fiscal do Bom Senso (LRFBS) - fosse resolvida, maioria dos problemas por que passam os administradores seria resolvida.

Tudo passa pelo uso errado do dinheiro.

Dinheiro na mão sempre, ou quase sempre é vendaval.

QUEM SE LEMBRA?

Cidade de antigamente

Quem se lembra da cidade sem calçamento e sem asfalto?

Lembro-me da cidade com um pequeno trecho de calçamento a paralelepípedo. No começo de tudo, somente o centro da cidade tinha esse benefício.

Aos poucos, toda a cidade ficou calçada. Em seguida, já nos primeiros anos desse século, o asfalto chegou. 

sábado, 8 de dezembro de 2018

QUE PALAVRA!

Brecar: v. frear. Palavra pronunciada em todo o país, segundo Aurélio. É um brasileirismo.
Levado da breca: endiabrado, travesso. (Aurélio)

O levado da breca é muito comum entre nós, principalmente entre as pessoas mais velhas, entre as quais, eu. Aurélio diz que é uma expressão popular, sem especificar a região. Provavelmente todas do país.

POEMA

Poema sem poesia

Eu sou a dor na alma
Que destroça por dentro
Como um ácido corrosivo.

Eu sou preço a ser pago
Por quem cometeu erros
Os quais são imperdoáveis.

Eu sou a fuga do sono
Nas madrugadas frias
De quem já foi esquecido.

Eu sou a flor esmagada
Pelos pés apressados
De quem foge da guerra.

Eu sou o tenso momento
Da descoberta da verdade
Dissimulada pela ilusão.

Eu sou fonte de inspiração
Esgotada pela insensibilidade
E indiferença ao meu querer.

(Prof. Júlia Costa)

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

COTA OU QUOTA?

Cota ou quota: tanto faz como tanto fez?

Depois falaremos sobre isso.

DIZEM POR AÍ

Dizem por aí que quem fala poblema, acaba arrumando dois.

SEMIFINAIS

Estamos nas semifinais do ano letivo.

TÁ QUENTE, TÁ FRIO

O tempo e os tempos na área administrativa estão quentes.