domingo, 13 de setembro de 2020

ENTRETENDO - EDIÇÃO DE DOMINGO

DEZESSEIS - Na próxima quarta-feira, 16, Upanema completa 67 anos de emancipação política, por força de lei estadual. Antônio Rodrigues de Carvalho foi quem ficou na história como o homem que emancipou Upanema.

ESPORTE - Hoje tem jogo de futebol entre a segunda maior torcida do Brasil contra a maior. Seis da tarde.

HUMOR - Pescador
No momento de lançar a linha, o pescador perdeu a chumbada. Resolveu o problema com uma moeda e sentou-se pacientemente à beira do rio. Não precisou esperar muito. Logo um peixe colocou a cabeça fora d'água, furioso:
- Meu amigo, nós queremos minhocas e não esmolas.

TEXTOS ANTIGOS - O Norte do Paraná 
O Norte do Paraná possui um solo de prodigiosa fertilidade. Imensas florestas cobriam toda a região. Um grupo de fazendeiros paulistas resolveu um dia construir uma ferrovia que, partindo de Ourinhos, no Estado de São Paulo, penetrasse por esse sertão.
Os trabalhos foram iniciados, atingindo os trilhos o rio Paranapanema, sobre o qual foi construída uma ponte de aço que custou mais de um milhão de cruzeiros. Foram avançando e alcançaram Marques dos Reis e Presidente Munhoz. Não tardou para que as pontas dos trilhos chegassem a Leoflora e pouco depois a Cambará. As povoações foram surgindo à beira da via férrea. Os colonos começaram a procurá-las, aumentando-lhes as populações. Cinco anos mais tarde, a estrada foi prolongada até Ingá de onde se estendeu até atingir Bandeirantes, Santa Mariana, Cornélio Procópio, Jataizinho e Londrina.
Mas, os trilhos não pararam aí. Prosseguiram passando por Caviúna, Arapongas e Apucarana. Os trabalhos de construção continuam para levar a estrada até Mato Grosso.
O traçado dessa via férrea, resultado do bandeirismo moderno na sua marcha para os sertões do oeste brasileiro, segue aproximadamente o caminho percorrido pelo grande bandeirante Antônio Rapôso Tavares, nas suas lutas contra os espanhóis.
A construção da estrada de ferro operou milagres na região em que passa, fazendo surgir prósperos municípios, cidades, vilas e povoados, à imagem da clareira aberta na imensidão da floresta bruta para a passagem de seus trilhos. (Infância Brasileira - terceira série primária)

A construção de estrada de ferro pelos antepassados deixa claro como era a mentalidade dos administradores - hoje gestores -
O negócio era progresso. Pensavam em que investir em infraestrutura para que a produção de grãos e todo tipo de carga pudessem ser transportadas. Para eles o progresso de um país não passava pelo investimento da folia, como vemos hoje. Num trajeto de uma estrada de ferro pode muito bem haver um espaço para arte ou folia. Eles não pensavam assim. E estavam certo, na minha modesta opinião.

QUESTÃO GRAMATICAL - 
Eu me acordei cedo hoje.
O verbo acordar não admite a companhia de pronome oblíquo. Por isso, apenas "acorde". Se for cedo, tanto melhor. (Dica de Luiz Antônio Sacconi)

PROVÉRBIO DAQUI  - Mais falso que  tábua de quixó.

PODER - Começou quase pra valer a campanha eleitoral deste ano. É época das convenções partidárias. Ali os possíveis candidatos são apresentados ao público, mesmo que este já saiba até em quem vão votar.
Candidato - Ainda não há candidatos. Ainda não é permitido pedir votos. Pode pedir o apoio.
Poluição - Os fogos de artifício estão de volta. Principiam o pleito ou pré-pleito eleitoral e os fogos reboam no ar. Fogos que animam, alertam a galera, mas irritam outros, além de espantar cachorros, assustar a muita gente, principalmente velhos e criancinhas.
 
POESIA  - Chicotadas

Quantas chicotadas levaremos
Para aprendermos 
A andar de carro
Na direção
Ou como passageiro?

Quantas chicotadas levaremos
Para aprendermos
A contar até dez em inglês
A aprendermos
A tabuada de seis
De sete e de oito
A diferenciarmos
A bolacha do biscoito
A aprendermos
A usarmos bem o ouvido
E falarmos na hora certa
A entendermos o sentido
De vivermos plenamente
Sem perturbarmos o descrente
Que vivem sem ter vivido?






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PRECIPITAÇÃO

A boa chuva de ontem foi de quarenta e cinco milímetros.