quinta-feira, 20 de agosto de 2020

CADÊ O ANTI-FLAMENGO?

Uma hora era eu que perguntava. Outra vez era ele.

Sempre a mesma pergunta: Cadê fulano, o anti-flamengo?

A pergunta fazia referência a um dos muitos torcedores que se alegram mais com a derrota do time do Rio de Janeiro do que a vitória do time que diz torcer.

E assim, não o verei mais nas ruas da cidade, com seu rosto simpático, atencioso e cheio de alegria, na sua bicicleta ou a pé, com seu boné do Flamengo, time do coração.

Foi rápido, sem que tivéssemos a chance de dar um adeus.  Nem a chance de vê-lo pela última vez pude ter. Só ficará na minha lembrança seu sorriso espontâneo. 


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