segunda-feira, 18 de abril de 2011

SEM PISO NÃO PISO NA ESCOLA

A primeira vez que escutei a palavra piso com um significado diferente do usual (conotativo), foi nos anos 80. Não sei quem era o governo, mas sei que era um pleito do SINTE ou APM. 

O slogan é que ficou na memória:

"Sem piso eu não piso na escola".

No slogan havia um belo jogo de palavras com a palavra "piso". O piso - conotativo - jogava com o "piso" verbo. 

O tempo passou e os professores continuaram ganhando pouco e pisando na escola. Agora que o assunto volta à tona, também vem à minha memória o slogan daquela época.


domingo, 17 de abril de 2011

QUEM SE LEMBRA? II

Antigamente (anos 70 e 80), era comum as pessoas de renda baixa comerem carne de conserva.

Carne de conserva para nós é a carne enlatada, bovina. É aquela que traz a expressão "fiambre bovina". O "de conserva" é polêmico. Já houve caso em que dono de bodega questionou a terminologia "de conserva".

- Aqui tem muitos tipos de carne de conserva. 

Ele, naturalmente queria referir-se à carne de sardinha, que também é enlatada.

O tempo passou e muita gente ainda come a carne de conserva, que continua no mesmo formato. Talvez - não tenho certeza - mas é provável que a carne de hoje não seja tão saudável como naquele tempo.

A carne de conserva não me sai da memória nem de uma senhora, vizinha, que quase todos os dias me mandava à bodega de Seu Cerlau (Venceslau Mendonça) para que eu comprasse uma lata ou mais. 

Lá, inevitavelmente, seria atendido por Seu Manoel Santana (de saudosa memória).

Quem se lembra da carne de conserva e de Seu Manoel Santana?

QUEM SE LEMBRA?

Mais uma lembrança do passado. Antigamente, existia no rio Upanema um local para os homens e outro local para as mulheres tomarem banho.

O dos homens era o poço do salão, à direita de quem vai para a Fazenda Nova. O das mulheres era à esquerda, próximo a antiga cerâmica.

Quem se lembra?

(Texto enviado por Carlos Lopes)

sábado, 16 de abril de 2011

LIBERDADE CIDADÃ

O programa "Liberdade cidadã", da FM 104,9 voltou ao ar depois de mais de cinco meses. 

Hoje estiveram presentes no programa os vereadores Nenem do Cabano, Elzimar Carvalho e Gineton Costa.

O assunto principal foi a questão do esgoto da Rua em que mora dois dos três vereadores que estavam presentes.

Eles disseram que o caso está perto de ser resolvido, pois o promotor, a prefeita, secretários e vereadores estiveram presentes, prontos a acharem uma solução.

Gineton Costa disse que procurou o empresário Céliton para que este colaborasse com a causa. O empresário prontificou-se a doar tubos para que o problema fosse resolvido.

Outro participante do programa foi a presidente do SINSERPUP. Rosemary Sobral. Ela falou das conquistas do sindicato, depois da greve que terminou na quinta passada.

Enquanto o programa corria, depois de os vereadores tocarem no assunto dos esgotos, houve uma porção telefonemas de ouvintes dos quatro pontos da cidade que relatavam o mesmo problema de buracos e lamas.




PRÓXIMO SÁBADO NO PROGRAMA "LIBERDADE CIDADÃ"

No próximo sábado, no Programa "Liberdade Cidadã", teremos a presença de outros convidados importantes, a exemplo de hoje. Ainda falta a confirmação. Entretanto, ficou o convite no ar para que a secretária de saúde, Conceição Medeiros, possa participar do programa no próximo sábado e falar de um dos assuntos abordados hoje: a dengue na cidade.

Durante a semana, o diretor da emissora fará o convite formal.

PROGRAMA EDUCANDO

Tivemos hoje pela manhã no Programa "Educando com a 104" a participação do professor Francisco Gondim. Ele falou de um dos assuntos mais badalados na educação: O Piso Salarial Nacional de Professores.

Piso, hoje, não é somente o lugar onde pisamos. Piso é salário-mínimo do professor, como bem frisou Francisco.

Sem o piso não pode haver progresso na escola. Queremos o piso! É o slogan do professor

sexta-feira, 15 de abril de 2011

GREVE NA REDE MUNICIPAL

Hoje é dia de volta às aulas de grande parte dos professores da rede municipal.

Com certeza não será uma volta muito proveitosa no que se refere à participação dos alunos por causa da comunicação. Como sabemos, há um grande número de alunos da zona rural. Com a parada, também houve a quebra do ritmo das aulas. Aos poucos, tudo voltará ao normal.

AS CHUVAS CONTINUAM

Há dias que as chuvas caem no nosso solo com grande intensidade, com ares de um grande inverno.

Se era isso que todos queriam, então nada temos de que reclamar.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

JUSTIÇA DÁ PARECER FAVORÁVEL A PREFEITURA E DETERMINA QUE SERVIDORES ENCERREM GREVE

Processo Nº 0000133-35.2011.8.20.0160

DECISÃO INTERLOCUTÓRIA

A manutenção do movimento paredista deflagrado no dia 04/04/2011 inevitavelmente trará conseqüências danosas às centenas de crianças e adolescentes que buscam nas instituições mantidas pelo demandado a adequada instrução escolar. E os prejuízos não se resumem ao atraso no calendário escolar, mas também, e principalmente, na interrupção na formação intelectual dos alunos.
 
Por tudo isso é que considero a interrupção do serviço de educação extremamente prejudicial - e não apenas aos alunos e suas famílias -, mas a toda sociedade.
 
Outro ponto merece ser registrado. No petitório inicial, a parte autora informou que se encontra no limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, motivo pelo qual não poderia acolher o reajuste pretendido pelo demandado. De fato, o documento juntado às fls. 29/34 demonstra, ao menos nesse momento inicial, que as despesas com o funcionalismo no segundo semestre de 2010 chegaram ao percentual de 53,41% da receita corrente líquida – percentual próximo ao limite legal de despesas e cujo desrespeito poderá acarretar sanções ao agente que lhe deu causa.
 
Pelo exposto, DEFIRO PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DE TUTELA FORMULADO NOS PRESENTES AUTOS, para determinar a imediata paralisação do movimento grevista iniciado no dia 04/04/2011 com o retorno dos servidores às suas atividades rotineiras.
 
Estabeleço multa diária de R$ 5.000,00 para o caso de descumprimento desta decisão.
Publique-se. Intime-se.
 
Notifique-se o representante do Sindicato dos Servidores Público Municipal de Upanema – RN para promover o efetivo cumprimento desta decisão.
 
Upanema , 13 de abril 2011.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

NOTÍCIA OFICIOSA SOBRE A UERN

Soube de um aluno de cursinho que há uma luta para que a atual Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) passe a pertencer aos quadros federais.

Já tem até sugestões de nomes: UFO (Universidade Federal do Oeste) ou UFM (Universidade Federal de Mossoró).

Não sei quem está lutando pela federalização daquela instituição. O fato apenas me faz lembrar o tempo em que eu estudava naquela instituição quando ainda não pertencia ao Estado. Ainda era uma fundação e os estudantes e funcionários em geral lutavam para que a FURRN (Fundação Universidade Regional do RioGrande do Norte) passasse para o comando federal.

Lembro-me até do slogan:

"Unir, lutar
Federalizar!"

Como Emery Costa, digo:

Lá se vão vinte e quatro anos.

terça-feira, 12 de abril de 2011

CONSELHO TUTELAR TRABALHA

A gente escuita e lê, muitas vezes na imprensa que o Conselho Tutelar nada ou pouco faz.

Olhando, mesmo de forma superficial, a gente pode ver que eles trabalham na medida de suas posses. Como exemplo, podemos ver o que eles adquiriram como apoio às condições de trabalho. Para ser mais específico, um computador foi adquirido na atual gestão.

Mesmo sabendo que nem todo mundo gosta de ouvir conselho, não po0demos fechar os olhos para enxergarmos o trabalho que eles fazem no programa da FM 104. 

Outras ações serão divulgadas nesse espaço ao longo dos dias. 

A imprensa existe também para elogiar. Não é verdade?

OBRAS LITERÁRIAS OBRIGATÓRIAS SÃO AS MESMAS DO ANO PASSADO

Recomenda-se a leituras das seguintes obras:

O Alienista - Machado de Assis;

50 Crônicas Escolhidas - Rubem Braga;

Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto;

Vidas Secas - Graciliano Ramos;

Estórias Gerais - Jaime Hipólito Dantas 

(Do site da Uern)

Nota:

Se compararmos os nomes dos livros indicados pela COMPERVE para o PSV 2012  veremos que são os mesmos do ano passado. A razão disso é que a universidade adota o critério de três anos consecutivos com  a mesma lista.




segunda-feira, 11 de abril de 2011

EM ASSEMBLEIA

Em assembleia pela manhã na sede do SINDSERPUP, os associados do referido sindicato reuniram-se para fazerem uma avaliação do movimento grevista.

Hoje o assessor sindical, Aldeirton Pereira, estava presente. Ele fez uma explanação e animou a todos os presentes.

Aldeirton, juntamente com a categoria, avaliou o movimento. Não tenho os detalhes, pois fo necessária a minha saída para outros compromissos.


sexta-feira, 8 de abril de 2011

CONTROLADOR DO MUNICÍPIO VAI À CAMARA


Depois da prefeita Maristela na semana passada, hoje foi a vez do Controlador Geral do Município, Gilvandro Fernandes, participar da sessão da Câmara de Vereadores de Upanema. Mostrando sua competência peculiar, Gilvandro expôs os números que mostram uma queda brusca da arrecadação municipal, em contrapartida um aumento na folha de pagamento, indo de encontro ao limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que não permite que o município gaste mais que 54% da receita líquida com a folha de pagamento de funcionários.

O Controlador explicou que os números impossibilitam a prefeita de dar um aumento hoje. Gilvandro disse que jamais ouviu da prefeita ou ele afirmou que a luta do sindicato por aumento era injusta. “O grande problema de não podermos dar um aumento é a queda da receita, que força o município a entrar no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou. Gilvandro mostrou os números da receita e da folha de pagamento de 2008 a 2010. Os números são impressionantes! No período desses três anos, a receita subiu apenas R$ 162.489,93. Por outro lado, a despesa com a folha de pagamento subiu no mesmo período R$ 1.572.298,38. Diante dos números apresentados, Gilvandro disse que não vê perspectiva de melhora na situação financeira dos municípios, já que a maior parte da arrecadação fica com a União, enquanto que os municípios pequenos pagam a conta. “Enquanto não houver uma mudança na distribuição dos recursos desse País, continuaremos desse jeito”, explicou. Gilvandro disse que falta mobilização por parte da classe política para pressionar o Governo Federal a aprovar o aumento do repasse de recursos para os municípios.

As sucessivas quedas na arrecadação e o aumento da folha de pagamento têm elevado muito o percentual que incide na Lei de Responsabilidade Fiscal, impedindo que novos aumentos possam acontecer. Para comprovar o que estava falando, Gilvandro fez um levantamento do impacto percentual da folha de pagamento na receita do município, nos últimos 6 anos.

Em 2005, o percentual de impacto da folha de pagamento na receita do município foi de 35,9%. Em 2006, saltou para 44,7%. Em 2007 subiu mais ainda, 47,0%. Em 2008 o impacto da folha na receita diminuiu para 43,9. Em 2009 voltou a aumentar ficando em 53,1%. Em 2010 fechamos com 53,4%.

Os dados da folha de pagamento do mês de fevereiro foram enviados para o Sindicato dos Servidores Público Municipais – SINDSERPUP, no dia 25 de março. “A prefeita Maristela não tem interesse de esconder nada. Os números estão aí! Ninguém “maqueia” números, todos estão transparentes, na internet, na prestação de contas feitas aqui na Câmara e se precisarem na Prefeitura. Questionado pela vereadora Shirley Costa – PSB, sobre uma possível incoerência do executivo, quando diz que não se pode mais aumentar a folha, mas ao mesmo tempo a prefeita envia um projeto para contratar mais funcionários. O Controlador explicou que os contratos de psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, advogados, entre outros, não incidem na folha de pagamento, pois os mesmos são contratos temporários.

O vereador Anízio Jr. cobrou uma solução para o impasse envolvendo o sindicato e a prefeitura, na questão do reajuste salarial. Gilvandro disse que a prefeita Maristela teve uma importante reunião com a diretoria do FUNDEB, presidida pelo Professor Diógenes Matoso. Na reunião chegou-se a uma proposta. Ficou acordado que se houver um aumento considerável na arrecadação do município, neste mês de abril, a prefeitura irá reajustar no dia 01 de maio, em 5% e, em setembro, o complemento que totalize 6,5%, que é o percentual de aumento do salário mínimo deste ano, estabelecido pelo Governo Federal. Caso não haja um aumento significativo na receita de abril, a prefeita Maristela se compromete em dar 3,25% de aumento, no dia 01 de maio e, em setembro o complemento dos 6,5%.  
Na segundo opção, uma das medidas tomadas para o cumprimento da mesma, será a demissão de cargos comissionados.

A possibilidade de aumento da receita em abril é animadora, disse o Controlador. Ele se ampara na mensagem enviada pela Receita Federal, a FEMURN. A mensagem é uma espécie de previsão da receita dos próximos 3 meses. Pela mensagem enviada e pela experiência dos anos anteriores, Gilvandro acredita que teremos um aumento da receita nesse mês de abril. “O mês de abril é um dos meses em que sempre aumenta a receita, em virtude do pagamento do Imposto de Renda”, comentou. Gilvandro disse que a proposta do executivo em reunião com o Conselho do FUNDEB, é perfeitamente viável.

O vereador Elsimar Carvalho – PP disse que a diretoria do FUNDEB era importante, mas era interessante que o sindicato tivesse sido convidado para participar da reunião, pois até hoje eles não receberam essa proposta oficial do executivo. Gilvandro disse que além do sindicato, a Câmara também foi convidada pela prefeita, na última sessão da Casa, para participar da reunião. Com relação à proposta, Gilvandro disse que basta que a diretoria do FUNDEB faça a ata da reunião que ele e a prefeita Maristela assinam, se comprometendo com o que foi dito. O presidente da Casa, Dárcio Régis – PMDB sugeriu que uma nova reunião, contando com a presença do Executivo, dos vereadores, Sindicato e o Conselho do FUNDEB seja marcada para apresentação da proposta, que segundo ele, poderia acabar com a greve. Para tirar a dúvida sobre essa possibilidade, o presidente com o consentimento dos outros vereadores, perguntou a presidente do Sindicato, Rosemary Sobral – que estava na platéia – se o Sindicato aceitava a proposta apresentada. Rosemary disse que não podia falar em  nome da categoria, pois essas questões são decididas em assembléia. Gilvandro se comprometeu em falar com a prefeita Maristela, para marcar uma reunião o mais rápido possível, no intuito de resolver o problema que prejudica os alunos do município.

FONTE: Sec. de Turismo e Comunicação – www.prefeituradeupanema.blogspot.com


quinta-feira, 7 de abril de 2011

O NACIONAL E O LOCAL

A tragédia no Rio de Janeiro toma conta do noticiário nacional e interfere no local. A gente quase que se esquece que os professores da rede municipal de ensino está em greve desde segunda-feira.

A greve continua. Só não temos certeza até quando. Pelo menos é o que temos sentido nessas últimas horas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

CALMARIA

Depois de dois dias de chuva pela tarde e à noite, hoje vemos um céu limpo, limpinho, característico do nosso Nordeste. Está do jeito das tradicionais secas do Nordeste.

Já no campo da luta salarial não podemos dizer a mesma coisa. O céu está nublado, enfarruscado, como diriam os mais velhos do que eu.

É céu nublado com os servidores do Estado; é céu nublado com os servidores do município. Lá pras bandas de Brasília hoje não está nada calmo. Pelo menos para os professores. Aguardamos ansiosamente por um julgamento do Supremo à causa do Piso salarial.

Se não julgarem o piso como deve ser, o céu vai se fechar para a Educação nacional.

AGORA É FIVE

Nunca o five esteve tanto tempo na boca do povo como agora. O five não tem culpa disso. São as circunstâncias. Ele está sendo pronunciado principalmente pelos professores municipais.

Depois que numa conversa informal um grupo de professores sugeriram uma saída para a abertura do diálogo entre sindicato e executivo, o canal abriu-se fácil, não para o sindicato, mas para uma comissão de professores, que foram literalmente para uma mesa de negociação.

Foi então que o numeral cinco findou sendo o consenso. Cinco por cento de reajuste linear para os funcionários da prefeitura que ganham mais de um salário.

Se. Se houver receita favorável em breve, os cinco por cento será realidade. Se não... os five serão esticados em six e meio por cento.

Como viram, o cinco nesses dias tem ganhado para o quarenta, o quarenta e cinco, o vinte e cinco e o quinze. Eles só voltarão com toda força no próximo ano.


terça-feira, 5 de abril de 2011

UMA CAMINHADA DE SUCESSO

A caminhada contra a dengue ontem foi um sucesso. Conseguiu mobilizar a sociedade, com uma grande participação de estudantes, acadêmicos idosos, servidores da saúde, etc.

Um ponto altamente negativo foi ter atrapalhado as aulas do Calazans. O barulho, minha gente, não permitia que ministrássemos as aulas. O jeito foi soltar a turma.

Sei que alguns intelectuais anônimos, dos mais divinos, estão aí com os dedos afiados para xingarem. Dirão que os alunos não querem nada. Por essa e outras razões é que o movimento contra a dengue vale mais do que muitas aulas.

Não. Pelo menos a turma onde eu estava tinha aula normal. A escola Calazans não participou do movimento e nem tinha a obrigação disso. Então, o mínimo que poderiam ter feito era não perturbarem nossas aulas.

O que existe de verdade é que só eles não sabem que estão perturbando. Nossa escola é vítima diariamente desse abuso. Mas, como eles não sabem disso, vamos mais uma vez perdoá-los porque não sabem o que fazem.

Apesar de tudo, foi um sucesso. Parabéns!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

VIVER É LUTAR

Não chores
Que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.

A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.

("Canção do Tamoio", de Gonçalves Dias)
 
 
 

domingo, 3 de abril de 2011

QUEM SE LEMBRA?

O local onde hoje funciona a Prefeitura de Upanema era um espaço próprio para uma pracinha. Ainda alcancei naquele local um parque infantil.

No meu tempo de ginásio - o 31 de Março - onde hoje funciona o Calazans Freire - aquele local servia para a gente praticar esportes. Às vezes a gente jogava futebol na modalidade mini-campo ou gol mirim.

Algumas vezes, principalmente nas aulas de Educação Física com Dequinha, a gente jogava vôlei. Foi lá que aprendi os primeiros saques na bola de vôlei. Já estava quase um craque.

Noutros momentos ficava de fora, de boca aberta vendo as sacadas, principalmente as de Terceira, irmã de Dequinha.

São tempos da nossa infância que muita gente ainda se lembra com uma pontada de saudade e outra de alegria. 

sábado, 2 de abril de 2011

PREFEITA EXPLICA O MOTIVO DE NÃO CONCEDER AUMENTO PARA OS PROFESSORES

O plenário da Câmara de Vereadores de Upanema ficou tomado pela população, que aguardava ansiosa a versão do executivo, diante da reivindicação do sindicato, de aumento salarial para os funcionários que ganham acima de 1 salário mínimo. Depois da participação do sindicato, na mesma Casa, o executivo, através do Controlador Geral do Município Gilvandro Fernandes, estava programando uma exposição dos números, balanços financeiros, arrecadação do município, relação de quantos funcionários existem na PMU, limite prudencial etc. Ainda dentro do planejamento do executivo, com o objetivo de reforçar a transparência da atual administração, a prefeita Maristela, faria a explanação final, após a apresentação de Gilvandro.Para surpresa de todos, os vereadores de oposição se ativeram a um artigo do Regimento Interno da Casa, onde permite apenas um orador inscrito, por sessão. A vereadora Shirley Sarine – PSB, foi quem levantou a questão. O presidente Dárcio Régis – PMDB, ainda tentou argumentar que as palavras de Gilvandro poderiam servir para tirar dúvidas da população e dos senhores vereadores, mas foi logo repreendido pelos colegas da oposição a prefeita, pedindo para o cumprimento do Regimento da Casa. Dárcio colocou então em votação a participação do Controlador, naquela sessão. Os vereadores Neném do Cabano – PMDB, Gineton Costa – PSB, Elzimar Carvalho – PP, Anísio Jr. – PMDB e Shirley Sarine – PSB vetaram a participação do Controlador naquela sessão.
Diante da negativa da maioria dos vereadores, a prefeita Maristela foi a tribuna e respeitou a vontade da maioria dos vereadores, mas aproveitou para deixar claro que Gilvandro iria se inscrever para próxima sessão e nela irá mostrar a situação financeira do município, para que todos aqueles que tenham interesse possam tomar conhecimento. Em sua fala, Maristela deixou claro que o que impede sua administração de dar um aumento aos servidores, não é sua vontade, mas sim, a responsabilidade com as finanças e com as famílias upanemenses. Ela disse que Upanema vive hoje uma situação complicada, pois a arrecadação caiu bastante e as despesas com a folha de pagamento aumentaram muito, impossibilitando a concessão de um aumento para os funcionários que ganham acima de um salário mínimo. “Analisem comigo minha gente... o que eu ganho não dando aumento? Será que não seria melhor eu estar aqui nesta casa, anunciando um aumento e todos estarem felizes?”, indagou a prefeita. Maristela reforçou que o município hoje se encontra dentro do limite prudencial, estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso significa que o município tem que tomar medidas de redução de gastos com a folha e não aumentar. Uma das medidas indicadas é a redução de gratificações, depois a demissões de cargos comissionados e em último caso a demissão dos funcionários efetivos.
Diante dessa situação, a prefeita disse que o município dispõe de 33 cargos comissionados, hoje. Não está nos nossos planos, apesar de muitos quererem que eu o faça, a demissão de nenhum cargo comissionado da prefeitura. “São pais e mães de família que precisam tanto quanto outros efetivos e, trabalham mais do que alguns efetivos também”, comentou. Mesmo diante da possibilidade de demissão de cargos comissionados, ainda sim, não seria possível conceder um aumento. “Não vou ser irresponsável de demitir funcionários, dar aumento a algumas classes – que merecem – mas, depois não ter condições de cumprir”, afirmou. Maristela disse que pediu ajuda, soluções, para o sindicato, mas até hoje, não recebeu a resposta. Da mesma forma, a prefeita solicitou dos vereadores, o apoio no sentido de trazer soluções para o problema. “Estou aberta ao diálogo! Tragam alternativas que estamos dispostos a ouvir e quem sabe acatar”, enfatizou.
Depois de explicar a situação do município, com relação a reivindicação de aumento, Maristela disse que jamais seria contra o movimento de luta do sindicato. Mas, lamentou a forma com algumas pessoas estão se utilizando da reivindicação dos funcionários, para benefício político próprio. Ela repudiou de forma veemente a insinuação de que ela não dava o aumento porque seus filhos estudavam em escola particular. Maristela considerou um ataque covarde, essa insinuação e afirmou que seus filhos já estudaram em escola pública e nunca precisou de prefeitura para que eles tivessem melhores condições de estudar. “Isso é triste! Um sindicalista, que não conhece a minha vida e de meu marido, vir com uma insinuação dessas. Qual é o pai que não quer o melhor para seus filhos? Quer dizer que quem coloca seus filhos pra estudar em uma escola particular está errado? Quantos pais, professores, não colocam seus filhos pra estudar em escola particular?”, perguntou. A prefeita encerrou o assunto pedindo para que as pessoas não confundam sua vida particular com a sua vida privada e não se utilizem desses artifícios para o crescimento na política. “Deixem-me trabalhar. Façam a política sem querer derrubar os outros”, comentou.
Outro ponto abordado pela prefeita foi com relação às afirmações de que ela não recebia o sindicato. Maristela disse que se trata de afirmações de má fé. Ela explicou que já teve reuniões com a presença dela, dos vereadores, da equipe financeira, dos secretários. “Na última reunião, o sindicato pediu os números, os dados financeiros da prefeitura. Nós entregamos e estamos aguardando até hoje uma resposta. Isso o sindicato não diz, só diz que a prefeita é perseguidora!”, assegurou. Mesmo assim, a prefeita disse que continua disposta a conversar. Informou que uma comissão do FUNDEB está marcando uma reunião para discutir mais uma vez a possibilidade de aumento. Em seu aparte, o vereador Oséas Monthallgan – PMDB disse que a oposição vive acusando a prefeita de perseguição, mas hoje ficou claro que existe perseguição é por parte da oposição, que não permitiu que o Controlador Geral do Município falasse.
A afirmação através dos meios de comunicação de que o município não paga o Piso Nacional do Magistério também foi combatida pela prefeita. Maristela disse que Upanema é um dos poucos municípios do RN que paga o que a Lei determina. A prefeita também lembrou que as solicitações feitas pelo sindicato, referente a produtividade dos funcionários da saúde e a construção do banheiro da Escola Maria Gorete,estão sendo atendidas pela prefeitura, mas isso não é divulgado pelo sindicato. A melhoria do transporte escolar também foi citado pela prefeita, destacando que em sua administração foram adquiridos dois ônibus em parceria com o Governo Federal e hoje o município também contrata carros particulares para atender aos estudantes de universidades, escolas particulares e cursinhos que estudam em Mossoró. “Nosso governo foi o que mais deu apoio aos estudantes nessa área e vamos continuar apoiando, pois acreditamos que a educação é o melhor caminho”, afirmou. 
Maristela também mostrou números que comprovam uma defasagem salarial entre categorias do município. Comparou o salário dos professores com o de outras categorias com o mesmo nível de escolarização. Ficou claro que algumas categorias com motoristas, auxiliares de enfermagem entre outras, tiveram uma redução maior nos seus vencimentos, ao longo dos anos. “Não estou aqui dizendo que os professores estão ganhando bem, que não merecem aumento não. Pelo contrário, eles merecem ganhar mais! Agora, é importante também que a população saiba que existem outras categorias que merecem também e se for pra dar aumento, eu não vou dar só pros professores não, eu vou aumentar o salário de todos”, afirmou.
No final, Maristela agradeceu aos vereadores pelo espaço concedido. Disse que estava disposta a dialogar sempre. Reafirmou o compromisso de lutar até o último dia de seu mandato pela melhoria na qualidade de vida da população de Upanema, pois foi ela quem a escolheu para seguir a frente de nosso município.
No final, os vereadores indagaram a prefeita sobre alguns temas não relacionados ao assunto: Reajuste Salarial, como: a Agência do Banco do Brasil, abatedouro, transporte escolar etc. Todos foram respondidos.
FONTE: Sec. de Turismo e Comunicação – www.prefeituradeupanema.blogspot.com

UM PÚBLICO QUE DESOBEDECE

Consoante o que disse o presidente da Câmara de vereadores, Dárcio Régis, é proibida a manifestação no plenário de qualquer natureza: quer sejam aplausos ou vaias.

Os aplausos que a prefeita recebeu do público apenas confirmaram o que a gente vê em todas as solenidades. As pessoas têm o costume de aplaudir os que usam da palavras, principalmente em comícios.

Num momento como o de ontem, quando a chefe do executivo fazia uma defesa de sua administração - muito difícil - segundo alguns analistas - os aplausos foram compensadores.

Há, porém, um dado que a gente não pode perder de vista: percebemos que o povo ainda não sabe se comportar em público como deve.

Ficou patente que, via de regra, as pessoas ainda não aprenderam a obedecer as leis.

Fica mais uma reflexão para o fim desta postagem: e se um outro público resolvesse - igualmente desobediente ao regimento interno da Câmara - vaiar a chefe do executivo?

Por esse motivo é que acho que quase sempre os legisladores têm razão quando fazem leis. No caso da proibição da manifestação do público, acho que eles estão cobertos de razão. Lei é lei. Se as achamos erradas, que lutemos para mudá-las. 


QUEM DEVE RESOLVER OS PROBLEMAS DA CIDADE

Como remate de sua defesa, a prefeita pede que as pessoas deem sugestões para a saída da crise, que ela humildemente vai escutá-las.

Acho que a fase das sugestões da população já passou. Não estamos mais numa campanha politica, na elaboração do plano de governo municipal. Naquela época, a população já disse tudo o que podia dizer.

As pessoas votam nos políticos porque acreditam naquele plano de governo. A administração fica sob a responsabilidade do gestor e equipe de auxiliares. Os assessores diretos jogam papeis importantes. O povão, em sua maioria, não entende de administração. Assim, ficará de fora dessa função.

As pessoas votam nos candidatos para que eles administrem e resolvam os problemas. A bola não está com o povão, mas com o gestor.

UM PÚBLICO QUE LOTA A CÂMARA

São raras as vezes que tanta gente vai à Câmara de vereadores assistir às sessões, salvo nas audiências públicas, nas sessões de títulos de cidadãos upanemenses, nas votações de projetos polêmicos e nas visitas do executivo.

A presença da prefeita ontem, como não podia ser diferente, atraiu muita gente, a ponto de algumas pessoas terem ficado espremidas na porta.

Presenciamos um cenário bastante diferente das sessões, digamos, normais, que até são possíveis nominar cada um da assembleia.

O fato do esvaziamento das sessões merece uma reflexão: será que a ausência do povão é justificada pela falta de se ter o que ver de importante ou é indiferença mesmo? 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

NA VERDADE HOJE É PRIMEIRO DE ABRIL

Virou tradição -para uns um divertimento - e para outros um tanto desagradáveis e  até trágico, o dia primeiro de abril.

O dia da mentira perpassa dezenas e talvez centenas de anos e muitas pessoas botam outras para andar ruas e até atravessar cidades através de uma mentira daquelas que num bom português deve ser colocada entre aspas.

Nesse dia não dá simplesmente para a gente fugir dos outros. O mais sensato é a gente se precaver contra o que os outros afirmam, porque eles podem estar mentindo e a gente não sabe.

Devemos ter cuidado, muito cuidado mesmo com as afirmações desse dia.


quinta-feira, 31 de março de 2011

SESSÃO DA CÂMARA CONCORRIDA

A sessão da Câmara de vereadores de amanhã promete ser muito movimentada se analisarmos os mais recentes fatos relacionados com a luta do sindicato dos servidores por melhores salários e a resistência do poder público municipal.

Pelo que podemos ler nas entrelinhas, o executivo não está disposto a abrir o canal do diálogo. Muito pelo contrário vai para o confronto.

Como a história não mente, a gente pode prever o que acontece com esse tipo de prática vinda da parte do gestor. No fim das contas ele muitas vezes ganham a guerra, mas não ganham a batalha.

ESTADO LANÇARÁ EDITAL E CONCURSO PÚBLICO PARA PROFESSOR NO MÊS DE MAIO

Concurso para professor da rede pública estadual terá edital lançado no mês de maio. Após reunião envolvendo a Secretaria de Educação, a pasta da Administração, a Procuradoria Geral do Estado, Controladoria Geral do Estado, e o juiz Cícero Macedo, da Vara da Fazenda Pública, ocorrida na manhã desta terça-feira (29), ficou decidida a recomposição no início de abril da comissão do concurso. A comissão é formada por membros das secretarias de Educação e Administração, sindicato dos trabalhadores na Educação, e Ministério Público.

A comissão tratará do quadro de necessidades da rede estadual de ensino e fará a pesquisa mercadológica junto as empresas que realizam concursos públicos.

No mês de maio será feita a contratação da empresa encarregada e lançado o Edital do Concurso. O objetivo do Governo do Estado é concluir todas as fases do concurso até o final de 2011 para que a nomeação dos novos professores seja feita antecedendo o início do ano letivo de 2012.

O Estado não poderá, de acordo com decisão judicial, utilizar nenhum estagiário em sua rede de ensino no próximo ano.

"O ano de 2012 será diferente porque teremos professores para integrarem, de imediato, o quadro efetivo, e professores aprovados no quadro reserva para serem nomeados na medida em que outros educadores forem se aposentando", acrescentou o coordenador de recursos humanos da Secretaria Estadual de Educação, Pedro Guedes.

FONTE: http://www.educacao.rn.gov.br 

NOTA:

O data da realização do concurso não está ainda definida, mas dá para se ter uma ideia de quando serrá. Se o edital sair em maio, lá para julho o concurso poderá ser realizado.


PREFEITA E CONTROLADOR VÃO A CÂMARA MOSTRAR REALIDADE FINANCEIRA DO MUNICÍPIO

A sessão da Câmara Municipal de Vereadores da próxima sexta-feira, contará com a presença da prefeita Maristela Freire e do Controlador Geral do Município Gilvandro Fernandes.
O objetivo da presença dos mesmos é demonstrar através de dados oficiais, os motivos que impedem o executivo de atender a solicitação de aumento salarial por parte do Sindicato dos Servidores Municipais de Upanema. A reunião está marcada para as 09:00h no plenário da Câmara.
FONTE: Sec. de Turismo e Comunicação – www.prefeituradeupanema.blogspot.com

quarta-feira, 30 de março de 2011

COMEÇAM A RECEBER HOJE SERVIDORES MUNICIPAIS DE TODAS AS SECRETARIAS

A secretaria municipal de Finanças segue atendendo ao pedido da prefeita Maristela Freire e prioriza o pagamento em dia do funcionalismo municipal. Começaram a receber hoje, os servidores municipais de todas as secretarias.

Existia uma grande preocupação com relação ao pagamento referente a este mês, devido a arrecadação municipal, por este motivo, o pagamento somente no penúltimo dia do mês, diferente do que ocorreu em meses anteriores.

FONTE: Sec. de Turismo e Comunicação – www.prefeituradeupanema.blogspot.com



SECRETÁRIA E ADMIISTRADORA ESCOLAR PARTICIPAM DO SEMINÁRIO DE GESTÃO HOSPITALAR

Aconteceu nesta terça-feira (29/03/2011) o “I SEMINÁRIO SOBRE GESTÃO HOSPITALAR” nos auditórios da II URSAP e do HRTM das 8:00h às 17:00h na cidade de Mossoró/RN e que contou com a presença do nosso município através da Secretária Conceição Medeiros e a Administradora da Unidade Mista de Saúde, Generina Medeiros. Ambas participaram desse seminário demonstrando a importância que esse encontro traduz para Upanema numa expectativa de implementar um novo modelo de gestão alicerçado na construção coletiva e decisões horizontalizadas.

Este Seminário Sobre GESTÃO HOSPITALAR das regiões do Oeste, Alto Oeste, Vale do Assu e Salineira, abre espaço para o debate visando fortalecer a gestão e assegurar o funcionamento de uma rede de serviços de saúde eficiente, proporcionando uma gestão participativa visando a implicação e co-responsabilização de gestores e trabalhadores na construção de uma rede de atenção que atenda as demandas da região de forma eficaz e humanizada, qualificando o atendimento e a regulação dos procedimentos entre os hospitais e identificando potencialidades existentes na rede de saúde.

A Secretária de Saúde Conceição Medeiros afirma: “O sistema de saúde pública no Brasil tem apresentado avanços consideráveis. No entanto, ainda persistem grandes desafios, principalmente de ordem gerencial e assistencial que exigem políticas públicas, financiamento e gestão voltadas para o atendimento das necessidades da população".

A Administradora da Saúde de Upanema Generina Medeiros acredita que: “A efetivação desse novo modelo de gestão só é possível com a participação e o compromisso de todos os que estão a serviço da sociedade".

Este encontro teve uma importante participação também de Diretores das URSAPs de Mossoró e Pau dos Ferros, representantes dos hospitais regionais das regiões Oeste e Alto Oeste (Mosoró, Pau dos Ferros, Apodi, Caraúbas, Assu e Angicos), UPAs (Mossoró), SAMU, membros do colegiado de Gestão Regional, - CGR da II, VI e VII região, Ministério Público Estadual, Secretaria Estadual de Saúde de Mossoró, representantes da UNICAT – Unidade Central de Agentes Terapêuticos, COHUR – Coordenadoria de Operacionalização de Hospitais e Unidades de Referência e CPCS – Coodenadoria de Planejamento e controle de Sistemas.

FONTE: Secretaria de Saúde



O QUE SE DIZ E O QUE SE ENTENDE

Há uma belíssima crônica  - salvo engano - de Luís Fernando Veríssimo cujo título é "O que se diz, o que se entende". Ela fala de um personagem que queria comprar um objeto, mas não conseguia transmitir a descrição correta. Ele passa muito tempo lutando para ser entendido. Não me lembro mais o fim da história.

Transpondo para o campo da interpretação das palavras, direi que ainda há muita gente com dificuldade de entender os termos, os conceitos e o que se diz. Às vezes uma mensagem é dita nas entrelinhas. Aqui o caso fica mais complicado.

Refiro-me especificamente ao fato de hoje ter ou não ter aula nas escolas do município. Acordei cedo com mães e alunos da escola municipal da sede afirmando que não ia ter aula. Outros apenas perguntava.

O que temos de concreto? Houve uma assembleia de professores para votar o indicativo de greve. Na mídia local há notícias de que a paralisação poderá ser na próxima segunda (02-04), caso não haja nenhuma sinalização do poder executivo.

O que alguns entenderam é que não ia haver aula.

O caso ainda agravou-se com a morte do ex-vice-presidente.

"Não haverá aula porque morreu José Alencar", foi o bom-dia de algumas pessoas.

Respondi:

Luto oficial não significa parada.

terça-feira, 29 de março de 2011

CAJUCULTURA É INCENTIVADA ATRAVÉS DA PARCERIA PREFEITURA/GOVERNO DO ESTADO

Com o objetivo de fortalecer a cajucultura no município, a prefeita Maria Stella Freire solicitou ao Governo do Estado através da Secretaria Estadual de Agricultura e Pesca - SAPE e a EMATER a inclusão do município no programa de doação de mudas de cajueiro. 

O município foi atendido com a doação de 2.000 mudas. As mudas irão beneficiar mais de 30 famílias localizadas nas comunidades rurais de Vila Paraibana, Retiro, Baixa Fechada, Baixa do Tatu, Tapera e Boa Água.  Esse programa tem como objetivo principal fortalecer a produção de caju nas comunidades rurais através da distribuição de mudas.  

O secretário de Agricultura do município de Upanema, Aisamaque Dalyton, explicou que a escolha dessas comunidades se deu através da observação das comunidades/sitios zoneados pela cultura do cajueiro. “Desta vez, priorizamos as comunidades rurais uma vez que as mesmas são menos assistidas pelos programas governamentais. Todo o acompanhamento técnico será realizado através da EMATER.

FONTE: Sec. de Turismo e Comunicação – www.prefeituradeupanema.blogspot.com

PROVÉRBIO

Bolsa sem dinheiro, digo-lhe couro.