sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

MEUS ARQUIVOS

HÁ SETE ANOS

Quem não se lembra do polêmico racionamento de energia? A medida tomada pelo então FHC era, a priori, antipática e antidemocrática.

Entretanto, aos poucos, a ideia de racionar a energia tornou-se uma obrigação da população, chegando até a ser educativa.

Eu, por exemplo, que nunca morri de paixão pelo presidente, tomei a medida como uma grande lição de economia doméstica. Lá em casa era uma inquietação para se saber quantos quilos passavam da média ou se estes estavam na média.

Assim, com a crise e uma ameaça de apagão, aprendi a apagar as luzes ociosas na casa. Até hoje faço isso.

Para concluir o texto, esclareço que desenterrei hoje o tema já esquecido de muita gente porque outra vez leio na minha agenda de 2002, no dia 6 de fevereiro, que “acabou-se o racionamento de energia”.
Minha informação não bate bem com o que li num site que informa o término em 1° de março.
São informações desencontradas, mas é uma recordação de um acontecimento que marcou a História do nosso país.

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