UMA GESTÃO EFICIENTE
Uma gestão (de cargo político) sofre à guisa de um professor ou diretor que têm sonhos para melhorar a escola. Quando o professor assume a sala de aula e o diretor o comando da escola, sentem o peso da ineficiência porque esbarram em problemas. Se é o professor, os problemas são de ordem disciplinar dos alunos ou de condições de trabalho Se é o diretor, as dificuldades são de cunho burocráticos ou financeiros – saco seco não se põe de pé.
Com os candidatos é a mesma coisa: a gestão, tão eficiente como é propalada durante as falas na campanha, vai para o beleléu porque o orçamento é limitado e impede que os gestores façam uma administração tão brilhante quanto eles pregam nos palanques e dão tanta esperança aos eleitores.
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