quarta-feira, 21 de março de 2012

OLHANDO DAQUI

Ao olhar daqui de fora, percebemos que o movimento está quase parado com relação às coisas da política municipal. 

Os privilegiados, entre aspas, sabem de muita coisa antes da grande e esmagadora maioria. Ficamos aqui de fora, com cara de bobo, sem sabermos o que de fato está sendo costurado. Vivemos só no campo das conjecturas. 

O quadro que pintei acima deixa muita gente com as digitais em brasa e o medidor da pressão nervoso. Todos querem saber o que está sendo articulado. Até mesmo os que acham que política é coisa do capeta ou perca de tempo.

Sabem eles (e negam) que as decisões feitas muito antes do início do embate nas ruas decidem o que vai ser concretizado pelo menos durante quatro anos. Às vezes, um nó bem dado numa pré-campanha faz com que só seja permitido o desatamento oito, doze ou dezesseis anos. 

É assim o quadro que está a politica local: muita conversa nos bastidores, poucas postagens nos blogs e algumas conversas nos ppombeiros.

O mais, é só sofrimento de ambas as duas alas. Que belíssimo pleonasmo, hein?

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PROVÉRBIO

Nem tudo que se espeta, assa.