domingo, 10 de outubro de 2021

ENTRETENDO - EDIÇÃO DE DOMINGO

Lenda da mandioca (Nair Starling)

Mani nasceu diferente das outras índias.

Era branca como lírio. Era, também, a índia mais bonita que já existiu na terra.

Os índios todos gostavam dela, como de um ser sobrenatural,  porque um espírito branco apareceu, em sonhos, ao chefe da tribo e lhe contou que Mani era um presente de Tupã.

Um dia, porém, sem se saber como, Mani adoeceu e morreu.

A tristeza na tribo foi geral e profunda. Os índios choraram muito e enterraram Mani no jardim. 

Todos os dias iam ver-lhe a sepultura. E choravam, choravam tanto que as lágrimas molhavam a terra.

O tempo passou... Veio a primavera. Na cova de Mani nasceu uma planta desconhecida.

A planta cresceu. Um dia, os índios cavaram a terra e encontraram um tubérculo. Notaram que parecia com o corpo de Mani e, acreditando no milagre, comeram-no, certo de adquirirem, assim, mais vigor para as lutas. Fizeram dele, também, uma bebida e embriagaram-se. 

Mani existia ainda transformada em planta. Mani era um presente sagrado de Tupã...

E os índios cultivaram com carinho o corpo imortal de Mani, transformado em alimento e chamaram-lhe: mandioca.

Mandioca é, pois, nome alterado de manioca e significa: pão da terra ou carne de Mani. (Livro Infância Brasileira)

HUMOR - O menino ganhou uma bicicleta. A mãe, então, levou-o para brincar na praça. Enquanto ela lia, sentada ao banco da praça, o menino dava as voltas.

- Mãe, mãe, sem os pés. Mãe, mãe, sem as mãos.

- Muito bem, meu filho.

Na próxima vez, vem o filho chorando e empurrando a bicicleta:

- Mãe, mãe, sem os dentes... (Da Folhinha do Sagrado Coração de Jesus)


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