sábado, 20 de julho de 2013

MEU NOME É ENÉAS

A primeira pessoa que eu ouvi dizer que a abreviatura de horas é um tão-somente um h (agar) foi o médico e candidatíssimo à presidência da República, Enéas Carneiro. Foi numa campanha política, mas não num debate. 

Enéas, que ficou conhecido pelo bordão “meu nome é Enéas”, quando falava sobre os problemas do país, ele dizia que para o Brasil ser um país sério precisava ser sério no modo de falar. É claro que ele se referia às pessoas que estudam, ensinam e são influentes na sociedade. 

Ora, que modelo de estudante ou professor é esse que não se expressa de maneira formal nos momentos que são exigidos? Se produzimos um cartaz de forma inadequada, para não dizer errada, não cairá bem. Por isso, é bom que as pessoas que lidam diariamente com a linguagem não se descuidem de pequenos detalhes como esse. Afinal, todos gostam de uma linguagem bonita. Eu disse todos, já que os que não estudam também apreciam o jeito de falar e escrever formal.

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