Divulga a cultura e a linguagem da cidade, além de produção textual como contos, crônicas, poesias. Comento os fatos, conto histórias. Vez por outra posto notícias.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
ENTRE O GOL E O GORRO
O leitor desta coluna está bonito de saber que eu quando pequeno tinha umas caídas em ser goleiro de futebol. Treinei muitas vezes, mas nunca tive habilidade com a bola. A mim restou brincar na linha. Numa dessas brincadeiras, quase apanho por causa de uma palavra, mais precisamente por causa da palavra “gol”. Brincava na rua próxima ao rio da cidade. Um menino daqueles bem ruim de bola, bem grosso, bem baixinho e bem teimoso, fez um gol. “Goooooooooooooooooooorro!” Eu, naturalmente tentei dizer a ele que aquilo era gol, e não gorro. Tive que me calar porque senão teria apanhado. Pra ver, tem a hora de falar e de calar. Se eu tivesse insistido, teria apanhado, mesmo estando certo. Nunca tive a oportunidade de corrigi-lo. Assim, é provável que ele ainda grite gorro nos times por quem ele torce. Mas ele ocou. Preferi calar a apanhar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
CENTÉSIMO VIGÉSIMO PRIMEIRO DIA
TEMPO - Nublado pela manhã. E chuva. Nuvens que dizem haver chuva em breve. Previsão para chover bastante entre a tarde e começo da noite. ...
-
A expressão acima serve para ilustrar momentos em que as coisas vão arrochar, complicar-se, chegou a hora da onça beber água e outras expre...
-
Parte II Matemática e arte dão ordem ao caos e é nessa ordem que estão a harmonia e a beleza. Ambas lidam com o objetivo e o subjetivo, e re...
-
Anos com terminação 3, já viu: não é bom de inverno. A afirmação acima é uma crença muito forte entre nós. A experiência até agora com certo...
Nenhum comentário:
Postar um comentário