quinta-feira, 7 de julho de 2022

DEJA VI

Vivemos um algo já visto, principalmente nos primeiros meses de dois mil e vinte.

Esse algo é um forte algo, devastador, assustador até. Até para os menos assustados, resistentes aos sustos mais incrementados de objetos assustadores.

A forteza que esse algo traz carrega em si uma carga forte devido à sua novidade entre nós. Sua aparição repentina deixou a todos com o coração nas mãos e desprotegidos contra suas investidas deletérias, que para muitos sua ação seria inócua e logo iria passar, qual uma cefaleia, um vento leve, chuva ou nuvem passageira. 

Que nada! No giro do tempo, logo começamos a perceber que o que parecia ser dor de cabeça, passou a uma forte enxaqueca, e das brabas.

A carruagem andou em marcha normal. Porém, olhando para trás, temos a impressão de que os dois anos que se passaram foram muito velozes. Mas não. Eles caminharam naturalíssimos. É certo que deixaram um rastro muito bem marcado.

E agora, o que parece se repetir, é apenas uma imitação branda, se considerarmos que sua ação deletéria não será um déjàvù (pronuncie dejavi) perfeito, devido a uma providência forjada na ciência, mas muitíssima mais na Providência Suprema.

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