quinta-feira, 4 de março de 2021

LÁ PARA AS DEZESSEIS

Pingaram pingos leves, para depois engrossar e voltar a ser leves e, aos poucos, desaparecer.

Eis o singelo quadro que posso pintar na tarde de ontem, em torno das dezesseis.

Antes, calor calorava abrasante, na presença de nuvens escuras e muito concentradas, no céu que não negava uma boa derramada de águas celestes.

Tudo se desvaneceu e mudou de endereço, sei para onde se foi. Sei que aqui não ficou. Nem sequer um milímetro registrou no copinho branco. Deixou-o esperando para outra vez receber o líquido incolor, o H2O tão famoso da ciência e desconhecido dos não letrados.

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PROVÉRBIO

Quem faz o que pode, não fica a dever.